Domingo, 13 de setembro de 2026
Céu Limpo 32°C
Mrc
Mobilidade Urbana

Mudanças no CTB e na CNH ficam para depois das eleições

Web Stories AMP

STORY
Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volante

Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do can...

STORY
A Física da Responsabilidade no Trânsito

A Física da Responsabilidade no Trânsito

STORY
O Microcosmo do Carro: Onde a Segurança Começa Antes da Partida

O Microcosmo do Carro: Onde a Segurança Começa Ant...

STORY
Onde a Responsabilidade Não Tem Tamanho

Onde a Responsabilidade Não Tem Tamanho

STORY
O Trânsito Feito de Pessoas, Não de Máquinas

O Trânsito Feito de Pessoas, Não de Máquinas

STORY
O Perigo de Esquecer que a Cidade Não Para

O Perigo de Esquecer que a Cidade Não Para

Leia também

Quando enxergar o outro se torna urgente
Mobilidade Urbana

Quando enxergar o outro se torna urgente

Quando enxergar o outro se torna urgente: humanizar as vias é o único caminho para salvar vidasPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO Brasil enfrenta uma contradição marcante na sua mobilidade urbana. Ao mesmo tempo em que a motocicleta se consolidou como ferramenta essencial de transporte, autonomia e geração de renda para milhões de famílias, o índice de sinistros envolvendo motociclistas não para de crescer. Projetos de mercado apontam para recordes na comercialização de duas rodas, elevando uma frota que já supera dezenas de milhões de veículos pelo país. No entanto, esse aumento de fluxo escancara uma urgência ainda maior: a necessidade de ver quem está ao nosso lado nas ruas.Especialistas defendem que os acidentes não acontecem por mero acaso. Eles são a consequência direta de uma combinação de falhas que vão desde a imprudência e a pressa individual até estruturas viárias precárias, formação insuficiente de condutores e políticas públicas que ainda precisam avançar.Mais do que estatística: vidas e famílias nas viasTratar quem circula em duas rodas apenas como um "obstáculo" no tráfego ou como um número frio em relatórios de trânsito perpetua a violência diária. Atrás do capacete e do guidão de cada moto ou bicicleta, existe alguém que trabalha, sustenta uma casa e deseja, acima de tudo, retornar em segurança para a sua família."Exige enxergar o motociclista não como estatística ou obstáculo, mas como alguém que compartilha o mesmo espaço urbano que nós, que sustenta uma família e que quer voltar para casa em segurança", destaca Rafael Lourenço, especialista e gerente de Relações Institucionais da Yamaha Brasil. Empatia e consciência no trânsito não dependem apenas do condutor da moto, mas de um compromisso ético de todos os que utilizam a via pública — sejam motoristas de carros, caminhões, ônibus ou pedestres.Os pilares para uma convivência seguraHumanizar o trânsito e proteger os mais vulneráveis exige ações coordenadas em várias frentes:Percepção e empatia: Mudar a postura individual ao dirigir, reconhecendo que pequenas atitudes egoístas — como fechar uma passagem ou mudar de faixa sem sinalizar — colocam vidas em risco direto;Adequação de velocidade: Respeitar limites e reduzir o ritmo em áreas urbanas de grande fluxo de pedestres e duas rodas;Formação e qualificação contínua: Aprimorar o treinamento de motociclistas e motoristas para que desenvolvam percepção de risco defensiva;Infraestrutura e sinalização: Criar intervenções urbanísticas que protejam fisicamente quem está mais exposto e reduzam a gravidade dos impactos.Desacelerar é um ato de cuidadoAcelerar menos e cultivar o respeito mútuo não é apenas cumprir o Código de Trânsito Brasileiro, mas assumir uma responsabilidade coletiva pela vida. Enxergar o outro com humanidade é o primeiro passo para que as nossas cidades deixem de ser palcos de tragédias evitáveis e se tornem espaços seguros de convivência e retorno para casa.

02/09/2026 12:26
Moto parada não é moto imune
Mobilidade Urbana

Moto parada não é moto imune

Moto parada não é moto imune: saiba como a falta de uso prejudica o veículo e coloca a segurança em riscoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoMuitos condutores acreditam que uma motocicleta guardada na garagem está totalmente protegida contra desgastes. No entanto, deixar o veículo parado por longos períodos sem os devidos cuidados pode causar sérios danos mecânicos, afetar o bolso do proprietário e, acima de tudo, comprometer a segurança viária na hora de voltar às ruas.Componentes como combustível, bateria, pneus e lubrificantes sofrem degradação contínua mesmo quando a moto não está rodando. Quando o veículo retorna ao tráfego sem uma revisão adequada, falhas repentinas podem acontecer em meio ao trânsito urbano, criando situações imprevistas de risco tanto para o piloto quanto para os demais usuários da via.Os impactos ocultos do tempo de inatividadeA falta de circulação afeta diretamente os sistemas vitais da motocicleta. Entre as principais complicações causadas pelo tempo de inatividade estão:Degradação do combustível: A gasolina parada no tanque e no sistema de alimentação envelhece, forma gomas e resíduos que entopem bicos injetores ou carburadores, dificultando a partida e desregulando o motor.Perda de carga da bateria: Mesmo com a moto desligada, há um consumo residual de energia. Períodos prolongados sem ligar o veículo podem descarregar a bateria completamente ou reduzir sua vida útil.Deformação dos pneus: O peso mantido sobre o mesmo ponto da borracha murcha e sem calibração pode deformar a estrutura do pneu, comprometendo a aderência e a estabilidade na pilotagem.Oxidação de peças e ressecamento de retentores: A falta de lubrificação constante deixa correntes, cabos e partes internas do motor expostos à umidade, além de ressecar juntas e mangueiras, provocando vazamentos.Cuidados essenciais para preservar o veículoPara quem utiliza a moto esporadicamente ou precisa deixá-la parada por dias ou semanas, especialistas recomendam rotinas simples de preservação preventiva:Acione o motor periodicamente: Ligar a motocicleta uma ou duas vezes por semana e deixá-la funcionar até atingir a temperatura ideal ajuda a circular o óleo e manter a bateria carregada;Mantenha os pneus calibrados: Calibre os pneus com a pressão recomendada e, se possível, utilize o cavalete central para evitar o contato direto do pneu com o solo por muito tempo;Atenção ao combustível: Para períodos longos de parada, utilizar gasolina aditivada ou manter o tanque cheio reduz a oxidação e o acúmulo de umidade no reservatório;Proteção e limpeza: Guarde a moto limpa, seca e coberta com capa respirável, evitando a exposição direta ao sol, chuva e poeira.Manutenção preventiva é ato de responsabilidadeAntes de reintroduzir a motocicleta na rotina diária das vias, é indispensável checar os itens básicos de segurança: freios, iluminação, pneus, folga da corrente e nível de óleo.Cuidar da saúde mecânica do veículo não é apenas uma questão de economia financeira, mas uma postura ética e defensiva. Garantir que a moto esteja em perfeitas condições de uso previne acidentes e contribui para um trânsito mais seguro, previsível e humano para todos.

02/09/2026 12:20
Quando o Estado recua, o trânsito mata
Mobilidade Urbana

Quando o Estado recua, o trânsito mata

Quando o Estado recua, o trânsito mata: a fragilização da fiscalização e o impacto direto nas vidas perdidasPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA redução do papel do Estado na regulação e fiscalização do trânsito tem deixado um rastro preocupante de insegurança e mortes pelas ruas e rodovias brasileiras. A premissa é simples e direta: quando o poder público recua, flexibiliza normas essenciais ou diminui a presença ostensiva de controle, o comportamento de risco ganha espaço, elevando os índices de violência viária.Especialistas e educadores da área alertam que medidas de afrouxamento — sejam elas o enfraquecimento de exigências no processo de formação de condutores, a redução da fiscalização eletrônica e presencial ou a flexibilização de punições para infrações gravíssimas — impactam diretamente a preservação da vida.A ilusão do "livre arbítrio" sem controleO trânsito é um ambiente coletivo e de altíssima complexidade. Diferente de outros espaços sociais, qualquer falha ou decisão individual irresponsável pode custar a vida de terceiros. Por isso, a presença e a autoridade do Estado funcionam como garantidoras do pacto de convivência segura.Quando a fiscalização é vista apenas como caráter punitivo ("indústria da multa") e tem sua atuação esvaziada, o resultado prático é a perda do freio inibitório para condutas perigosas. A falta de controle efetivo alimenta o excesso de velocidade, o avanço de sinal, a combinação de álcool e direção e o desrespeito aos pedestres.Os pilares que sustentam a segurança viáriaPara reverter esse cenário e garantir que as vias urbanas e rodovias não continuem sendo palco de tragédias evitáveis, a atuação estatal precisa ser firme em quatro frentes prioritárias:Formação e qualificação contínua: Fortalecer o processo de habilitação em vez de simplificá-lo a ponto de ignorar a percepção de risco e a ética no trânsito;Fiscalização ostensiva e presencial: Manter agentes nas ruas para garantir a sensação de controle e o contato humano corretivo antes que a infração vire sinistro;Engenharia e infraestrutura segura: Investir em vias desenhadas para proteger os vulneráveis, com sinalização clara e velocidade compatível com a vida;Legislação rigorosa: Manter punições severas para condutas de alto risco, prevenindo a impunidade.Desacelerar para preservar a presença humanaO papel do Estado não é tolher a mobilidade, mas assegurar que todos — motoristas, motociclistas, ciclistas e pedestres — possam ir e vir e retornar para casa em segurança.Garantir um trânsito humano exige a presença ativa das instituições e a conscientização de toda a sociedade. Afinal, a segurança viária não é um benefício negociável: é uma responsabilidade coletiva com o direito fundamental à vida.

02/09/2026 11:37
Além do valor no bolso
Mobilidade Urbana

Além do valor no bolso

Além do valor no bolso: Especialistas alertam para as infrações mais perigosas do trânsito brasileiroPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoNo dia a dia das cidades, a rotina acelerada muitas vezes faz com que certas atitudes ao volante pareçam "pequenos deslizes". No entanto, especialistas em segurança viária alertam que o perigo no trânsito não deve ser medido apenas pelo valor da multa no bolso ou pelos pontos somados na Carteira Nacional de Habilitação (CNH), mas sim pelo potencial de risco à vida.Condutas como o excesso de velocidade, o uso do celular ao volante, a combinação de álcool e direção, o avanço do sinal vermelho e as ultrapassagens forçadas lideram o topo das condutas de maior risco nas ruas e rodovias do país.As condutas que mais ameaçam a vida nas viasEspecialistas apontam que as infrações mais graves estão diretamente ligadas a sinistros fatais ou com lesões irreversíveis. A pressa e a falta de foco ao dirigir se transformam em fatores decisivos para a insegurança no trânsito urbano e rodoviário.Excesso de velocidade: Reduz o tempo de reação do condutor e aumenta drasticamente a violência do impacto em qualquer colisão.Uso do celular ao dirigir: Ao olhar para a tela para checar uma mensagem por poucos segundos, o motorista percorre dezenas de metros totalmente "às cegas", sendo causa constante de atropelamentos e colisões traseiras.Álcool e direção: O consumo de bebidas alcoólicas afeta o tempo de resposta, diminui a percepção de risco e compromete a coordenação motora necessária para pilotar ou dirigir com segurança.Avançar o sinal vermelho e ultrapassagens proibidas: Provocam os tipos mais letais de impacto, como colisões transversais em cruzamentos e colisões frontais.Desrespeito ao pedestre e não uso de itens de segurança: Deixar de dar preferência a quem anda a pé ou dispensar o cinto de segurança e o capacete potencializam as consequências no elo mais vulnerável da mobilidade.Mudar a cultura para acalmar o trânsitoA prevenção das infrações mais perigosas exige mais do que punição severa: demanda educação contínua, fiscalização ostensiva e conscientização diária. Quando um condutor decide respeitar os limites de velocidade ou guardar o celular enquanto dirige, a escolha não protege apenas o seu próprio veículo, mas preserva a vida de pedestres, ciclistas e demais usuários das vias públicas.Desacelerar o ritmo, praticar a direção defensiva e cultivar o respeito mútuo continuam sendo os passos mais efetivos para transformar as ruas em ambientes seguros para todos.

02/09/2026 11:30
Ritmo Urgente: Mortes de motociclistas crescem 38%
Mobilidade Urbana

Ritmo Urgente: Mortes de motociclistas crescem 38%

Ritmo Urgente: Mortes de motociclistas crescem 38% em cinco anos no Brasil e acendem alerta para a pressa nas viasPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA busca diária pela velocidade e o ritmo acelerado das cidades brasileiras continuam cobrando um preço alto. O Brasil registrou um aumento alarmante de 38% nas mortes de motociclistas em um intervalo de cinco anos (entre 2019 e 2024), conforme dados consolidados do Ministério da Saúde e analisados pelo Atlas da Violência 2026.Ao todo, o país contabilizou 37.150 mortes no trânsito em 2024. Desse total, 15.459 eram condutores ou passageiros de motocicletas — o que representa 41,6% de todas as vítimas fatais nas ruas e rodovias brasileiras.O problema, porém, vai além da quantidade de ocorrências: a severidade dos impactos tem deixado marcas cada vez mais graves.A cultura da urgência e a pressão do deliveryPara especialistas, o crescimento expressivo dessa taxa não se deve apenas a escolhas individuais, mas a um modelo de mobilidade urbanística e corporativa que pressiona por produtividade contínua.Com a consolidação da motocicleta como ferramenta de trabalho — impulsionada pelos aplicativos de entrega —, o tempo passou a ser diretamente atrelado ao rendimento financeiro."O delivery gera uma pressão enorme contra o relógio na cabeça do condutor, que, além de tudo, ainda precisa utilizar o celular para receber e enviar informações. É uma combinação totalmente contrária ao nível de atenção exigido por uma moto", alerta Celso Mariano, especialista em trânsito e diretor da Tecnodata Educacional.Essa "corrida contra o tempo" favorece manobras arriscadas, avanço de sinal, excesso de velocidade e jornadas exaustivas sem a pausa necessária para o descanso. É uma engrenagem que envolve empresas, plataformas e consumidores que demandam entregas instantâneas sem ponderar os riscos impostos a quem pilota.Vulnerabilidade e a ilusão de segurançaDiferente de quem viaja protegido pela estrutura metálica de um automóvel, o motociclista tem no próprio corpo a sua única barreira. A pilotagem exige equilíbrio pleno, reflexo e atenção constante a imperfeições na pista, poças de óleo, chuva ou manobras repentinas de outros veículos.Mariano observa ainda que a sensação de segurança oferecida por vias largas e recém-pavimentadas pode ser ilusória: ao encontrarem mais espaço, muitos motoristas e motociclistas tendem a acelerar mais, ignorando a densidade do tráfego ou o cruzamento de pedestres.Presença humana e conscientização no trânsitoPara reverter essa estatística, a resposta não está apenas na instalação de radares eletrônicos ou na criação de novas leis, mas na restauração da presença humana e da empatia nas vias.Entre os caminhos apontados para acalmar o trânsito estão:Fiscalização ostensiva com agentes nas ruas: O olho no olho e a presença física dos agentes de trânsito ajudam a reorganizar o comportamento do fluxo e trazem um olhar de cuidado;Modelos de trabalho mais humanos: Revisão da dinâmica de prazos e remuneração das plataformas de entrega para que o trabalhador não precise arriscar a vida pelo tempo;Respeito mútuo: Motoristas de carros, ônibus e caminhões precisam redobrar a atenção aos pontos cegos e manter distâncias de segurança adequadas;Revisão da formação: Criação de módulos de reciclagem e aperfeiçoamento prático contínuo para condutores habilitados.Desacelerar para proteger a vidaDesacelerar o trânsito é, acima de tudo, uma escolha coletiva por preservação. Antes de ligar o motor ou aceitar uma corrida, entender a rua como um espaço compartilhado e de convivência — e não de competição — é o primeiro passo para que as motocicletas voltem a ser um símbolo de liberdade e integração, e não de estatística de violência.

02/09/2026 10:54
Mais uma importante conquista para o movimento Desacelera Manaus
Notícias

Mais uma importante conquista para o movimento Desacelera Manaus

Mais uma importante conquista para o movimento Desacelera Manaus!O Observatório Nacional de Segurança Viária publicou em seu site uma matéria destacando a edição do programa Desacelera Manaus, realizada no dia 15 de agosto de 2026, reforçando a relevância do debate sobre segurança viária, mobilidade urbana e preservação de vidas.O reconhecimento nacional representa a força de um trabalho construído com diálogo, conhecimento técnico e compartilhamento de experiências, levando para diferentes públicos ideias e propostas que contribuem para um trânsito mais humano, seguro e responsável.Seguimos firmes no propósito de transformar a realidade da mobilidade urbana, unindo pessoas e instituições em defesa de uma causa maior: salvar vidas no trânsito.Convidamos todos a conhecerem, compartilharem e contribuírem com essa missão.Time Desacelera ManausObservadores Certificados fortalecem o debate sobre segurança viária em bate-papo ao vivo https://share.google/lZc0Bf2WEnLJYqC0U

18/08/2026 12:51
Quedas de moto são extremamente perigosas
Mobilidade Urbana

Quedas de moto são extremamente perigosas

Quedas de moto são extremamente perigosas porque o corpo do motociclista está muito mais exposto do que em outros veículos. Mesmo com capacete, braços, pernas e tórax ficam vulneráveis, e a energia do impacto pode gerar múltiplas lesões graves ou fatais.Vulnerabilidade sobre duas rodas Diferente de quem está em um carro, o motociclista não conta com carroceria, cinto de segurança ou airbags. Em uma queda, o corpo pode bater contra outro veículo, o asfalto e até obstáculos próximos, aumentando o risco de ferimentos severos.Imagem 3.1.png 3.16 MBVelocidade como fator agravante Mesmo dentro do limite permitido, a velocidade influencia diretamente na gravidade das consequências. Quanto maior a velocidade, maior a energia dissipada no impacto e menor o tempo de reação para evitar o acidente.Capacete protege, mas não basta O capacete é obrigatório e reduz riscos de traumatismo craniano, mas não elimina a vulnerabilidade. Braços, pernas e tronco continuam expostos, o que reforça a necessidade de condução defensiva e uso de equipamentos adicionais de proteção.Imagem 2.1.png 3.19 MBResponsabilidade compartilhada A segurança não depende apenas do motociclista. Motoristas de carros, ônibus e caminhões precisam respeitar a presença das motos, verificar pontos cegos e manter distância segura. Estradas bem cuidadas e infraestrutura adequada também são fundamentais.Desacelera Manaus: por um trânsito mais humano Cada queda de moto é um alerta para todos. O projeto Desacelera Manaus reforça que reduzir a velocidade, respeitar as regras e cuidar da vida é responsabilidade coletiva. Desacelerar é proteger quem está mais vulnerável.

14/08/2026 13:16
Estudo revela o comportamento que mais agrava acidentes no trânsito brasileir
Mobilidade Urbana

Estudo revela o comportamento que mais agrava acidentes no trânsito brasileir

Estudo revela o comportamento que mais agrava acidentes no trânsito brasileiroUm levantamento inédito analisou 650 milhões de quilômetros percorridos por motoristas em todo o país e trouxe um alerta preocupante: o excesso de velocidade e a distração ao volante continuam sendo os principais fatores que agravam acidentes nas vias urbanas e rodovias. O estudo reforça que, mais do que falhas mecânicas, o comportamento humano é o maior responsável pelas tragédias no trânsito.Velocidade: o inimigo invisível Segundo os dados, dirigir acima do limite permitido aumenta em até quatro vezes o risco de colisões fatais. A pressa, muitas vezes associada à rotina intensa, faz com que motoristas ignorem os limites de segurança e transformem segundos de descuido em consequências irreversíveis.Imagem 3.jpg 2.15 MBDistração e uso do celular Outro ponto crítico é o uso do celular enquanto se dirige. O estudo mostra que a distração causada por mensagens, chamadas ou redes sociais é uma das principais causas de acidentes graves. Olhar para a tela por apenas dois segundos equivale a percorrer dezenas de metros sem atenção ao que acontece à frente.Comportamento impulsivo e falta de empatia A pesquisa também destaca o impacto do comportamento agressivo — ultrapassagens perigosas, desrespeito à sinalização e impaciência no trânsito. Essas atitudes não apenas aumentam o risco de acidentes, mas também criam um ambiente hostil e inseguro para todos os usuários das vias.Imagem 2.jpg 1.83 MBEducação e conscientização são o caminho Os especialistas reforçam que educar para o trânsito é tão importante quanto fiscalizar. Campanhas de conscientização e programas de formação contínua podem transformar hábitos e salvar vidas. O respeito às regras e ao próximo deve ser o ponto de partida para um trânsito mais humano.Desacelera Manaus: por um trânsito de respeito e vida O projeto Desacelera Manaus reforça que desacelerar é mais do que reduzir a velocidade — é reconhecer o valor da vida. Cada escolha ao volante pode ser a diferença entre segurança e tragédia. Vamos juntos construir uma cidade onde o cuidado e a empatia guiem nossos caminhos.

14/08/2026 13:10
Waze passa a alertar sobre a presença de escolas em rodovias federais
Mobilidade Urbana

Waze passa a alertar sobre a presença de escolas em rodovias federais

DESACELERA MANAUSMOBILIDADE & VIDATecnologia que desacelera: Waze passa a alertar sobre a presença de escolas em rodovias federaisIniciativa em parceria com o DNIT utiliza geolocalização e dados da PRF para emitir avisos sonoros e visuais, incentivando motoristas a reduzirem a velocidade e garantirem a travessia segura de estudantes pelas BRs.Por Redação Desacelera ManausManaus (AM)Em um ecossistema de trânsito em que a pressa costuma ditar o ritmo das estradas, iniciativas que convidam o condutor à atenção e à desaceleração ganham papel fundamental na preservação de vidas. Pensando nisso, o aplicativo Waze, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), começou a disponibilizar um novo recurso de segurança viária: alertas automáticos emitidos ao se aproximar de escolas localizadas às margens de rodovias federais (BRs).O objetivo da nova funcionalidade é simples, porém vital: acionar o freio da ansiedade do volante, encorajando a redução gradativa da velocidade nos trechos mais sensíveis e garantindo a proteção de milhares de alunos durante os horários de entrada e saída das aulas.Como funciona o alertaA ferramenta faz parte do programa Waze for Cities e cruza dados geográficos das instituições de ensino com estatísticas de ocorrências da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Quando o condutor se aproxima do perímetro de uma escola mapeada, o aplicativo emite avisos sonoros e visuais para antecipar a leitura do cenário.Nesta primeira etapa, o monitoramento cobre 279 escolas vinculadas ao programa Conexão DNIT, distribuídas por 98 municípios do país. A previsão do governo federal é expandir o mapeamento gradualmente ao longo deste ano, englobando novas unidades públicas e privadas. Além de alimentar o aplicativo, os dados mapeados servirá de base para futuras intervenções físicas de engenharia, como passarelas, reforço de iluminação, sinalização e redutores de velocidade.03x.png 957.98 KBPrevisibilidade e tempo de reação: o ganho para quem transporta o paísPara quem conduz veículos pesados, a antecedência não é apenas uma questão de conforto, mas de sobrevivência. O setor de transporte rodoviário, responsável por cerca de 65% das cargas que movimentam o Brasil, recebeu a novidade como um importante passo para o trânsito consciente.Segundo José Ronaldo Marques da Silva, o "Boizinho", presidente do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), a tecnologia permite planejar o desacelerar de forma suave e segura:"Quem conduz um veículo de grande porte precisa trabalhar sempre com antecedência. Em muitos trechos, a movimentação de estudantes só é percebida quando o caminhão já está muito próximo da escola. Um aviso prévio permite reduzir a velocidade de forma progressiva, sem manobras bruscas, e torna a passagem por esses locais mais segura para todos."O diretor regional da entidade, Márcio Galdino, reforça que a previsibilidade traz calma ao processo de tomada de decisão do motorista profissional:"O caminhoneiro toma decisões continuamente durante uma viagem. Receber uma informação antecipada sobre uma área escolar permite adaptar a condução de maneira gradual, preservando a estabilidade do conjunto e reduzindo os riscos tanto para os pedestres quanto para os demais veículos."O ritmo da mudança: tecnologia aliada à infraestrutura e empatiaEmbora os alertas digitais tragam uma camada valiosa de proteção, especialistas e entidades do setor lembram que o aplicativo é uma ferramenta complementar. A verdadeira transformação do trânsito passa pela combinação de infraestrutura física adequada (como passarelas e lombadas), fiscalização constante e, acima de tudo, um cansaço da cultura da pressa.01x.png 5.27 MBAprender a desacelerar nos trechos urbanos e rurais não se resume a obedecer a um aviso no celular — trata-se de reconhecer que do outro lado do asfalto existem crianças, famílias e vidas que dependem do respeito e da empatia de quem está ao volante.Com informações de Portal do Trânsito, Mobilidade & Sustentabilidade.DESACELERA MANAUSMOBILIDADE & VIDATecnologia que desacelera: Waze passa a alertar sobre a presença de escolas em rodovias federaisIniciativa em parceria com o DNIT utiliza geolocalização e dados da PRF para emitir avisos sonoros e visuais, incentivando motoristas a reduzirem a velocidade e garantirem a travessia segura de estudantes pelas BRs.Por Redação Desacelera ManausManaus (AM)Em um ecossistema de trânsito em que a pressa costuma ditar o ritmo das estradas, iniciativas que convidam o condutor à atenção e à desaceleração ganham papel fundamental na preservação de vidas. Pensando nisso, o aplicativo Waze, em parceria com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), começou a disponibilizar um novo recurso de segurança viária: alertas automáticos emitidos ao se aproximar de escolas localizadas às margens de rodovias federais (BRs).O objetivo da nova funcionalidade é simples, porém vital: acionar o freio da ansiedade do volante, encorajando a redução gradativa da velocidade nos trechos mais sensíveis e garantindo a proteção de milhares de alunos durante os horários de entrada e saída das aulas.Como funciona o alertaA ferramenta faz parte do programa Waze for Cities e cruza dados geográficos das instituições de ensino com estatísticas de ocorrências da Polícia Rodoviária Federal (PRF). Quando o condutor se aproxima do perímetro de uma escola mapeada, o aplicativo emite avisos sonoros e visuais para antecipar a leitura do cenário.Nesta primeira etapa, o monitoramento cobre 279 escolas vinculadas ao programa Conexão DNIT, distribuídas por 98 municípios do país. A previsão do governo federal é expandir o mapeamento gradualmente ao longo deste ano, englobando novas unidades públicas e privadas. Além de alimentar o aplicativo, os dados mapeados servirá de base para futuras intervenções físicas de engenharia, como passarelas, reforço de iluminação, sinalização e redutores de velocidade.Previsibilidade e tempo de reação: o ganho para quem transporta o paísPara quem conduz veículos pesados, a antecedência não é apenas uma questão de conforto, mas de sobrevivência. O setor de transporte rodoviário, responsável por cerca de 65% das cargas que movimentam o Brasil, recebeu a novidade como um importante passo para o trânsito consciente.Segundo José Ronaldo Marques da Silva, o "Boizinho", presidente do Sindicato Nacional dos Cegonheiros (Sinaceg), a tecnologia permite planejar o desacelerar de forma suave e segura:"Quem conduz um veículo de grande porte precisa trabalhar sempre com antecedência. Em muitos trechos, a movimentação de estudantes só é percebida quando o caminhão já está muito próximo da escola. Um aviso prévio permite reduzir a velocidade de forma progressiva, sem manobras bruscas, e torna a passagem por esses locais mais segura para todos."O diretor regional da entidade, Márcio Galdino, reforça que a previsibilidade traz calma ao processo de tomada de decisão do motorista profissional:"O caminhoneiro toma decisões continuamente durante uma viagem. Receber uma informação antecipada sobre uma área escolar permite adaptar a condução de maneira gradual, preservando a estabilidade do conjunto e reduzindo os riscos tanto para os pedestres quanto para os demais veículos."O ritmo da mudança: tecnologia aliada à infraestrutura e empatiaEmbora os alertas digitais tragam uma camada valiosa de proteção, especialistas e entidades do setor lembram que o aplicativo é uma ferramenta complementar. A verdadeira transformação do trânsito passa pela combinação de infraestrutura física adequada (como passarelas e lombadas), fiscalização constante e, acima de tudo, um cansaço da cultura da pressa.Aprender a desacelerar nos trechos urbanos e rurais não se resume a obedecer a um aviso no celular — trata-se de reconhecer que do outro lado do asfalto existem crianças, famílias e vidas que dependem do respeito e da empatia de quem está ao volante.

05/08/2026 16:45
Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volante
Notícias

Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volante

🚨 Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volanteNa noite desta quinta-feira, um grave acidente na Avenida do Turismo, em Manaus, trouxe à tona a discussão sobre os perigos de dirigir sob efeito da fadiga e do estresse. Um motorista de aplicativo, após um longo dia de trabalho, perdeu o controle do veículo, atravessou o canteiro central e colidiu de frente com uma van que transportava trabalhadores. O impacto foi violento e deixou claro como o cansaço pode ser tão perigoso quanto outras formas de imprudência.Rotina exaustiva dos motoristas Motoristas de aplicativo enfrentam jornadas longas e desgastantes, muitas vezes dirigindo por horas seguidas para garantir o sustento da família. O corpo humano, no entanto, tem limites. O sono insuficiente, o estresse e a fadiga reduzem reflexos e comprometem a atenção, aumentando o risco de acidentes graves.Máquina versus ser humano Enquanto o carro pode ser revisado ou substituído, o motorista não. O corpo e a mente precisam de pausas, alimentação adequada e sono reparador. Ignorar esses sinais significa colocar em risco não apenas a própria vida, mas também a de passageiros e outros usuários da via.Cansaço: inimigo invisível da segurança Pesquisas apontam que dirigir cansado pode ser tão perigoso quanto dirigir alcoolizado. A fadiga reduz o tempo de reação, prejudica a visão e compromete a tomada de decisões rápidas. No caso da Avenida do Turismo, o cansaço foi apontado como a principal hipótese para a perda de controle do veículo.Responsabilidade e empatia A reflexão que fica é sobre respeitar os próprios limites. Nenhum ganho financeiro compensa uma vida perdida. Motoristas de aplicativo precisam reconhecer que o descanso é parte essencial da segurança no trânsito. Pausar, respirar e dormir bem são atitudes que salvam vidas.Desacelera Manaus: por um trânsito mais humano O projeto Desacelera Manaus reforça que o trânsito é feito de pessoas, não de máquinas. Cada jornada deve terminar em casa, com segurança e paz. Desacelerar é um ato de amor à vida e de responsabilidade coletiva.

03/08/2026 20:18
Carregar Mais +

Destaques Notícias

Ver mais →
Mais uma importante conquista para o movimento Desacelera Manaus
Notícias
Mais uma importante conquista para o movimento Desacelera Manaus
Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volante
Notícias
Acidente na Avenida do Turismo expõe riscos do cansaço ao volante
Dia do Motociclista: Liberdade, Responsabilidade e o Compromisso de Proteger Vidas Sobre Duas Rodas
Notícias
Dia do Motociclista: Liberdade, Responsabilidade e o Compromisso de Proteger Vidas Sobre Duas Rodas
Segurança Viária: Cansaço e Fadiga ao Volante Representam Risco Invisível e Crescente nas Estradas
Notícias
Segurança Viária: Cansaço e Fadiga ao Volante Representam Risco Invisível e Crescente nas Estradas
Em meio ao corre-corre da cidade
Notícias
Em meio ao corre-corre da cidade
Exame toxicológico passa a ser exigido na primeira habilitação para carros e motos
Notícias
Exame toxicológico passa a ser exigido na primeira habilitação para carros e motos
𝗨𝗺 M𝗮𝗿𝗰𝗼 P𝗲𝗹𝗮 S𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 da Vida
Notícias
𝗨𝗺 M𝗮𝗿𝗰𝗼 P𝗲𝗹𝗮 S𝗲𝗴𝘂𝗿𝗮𝗻ç𝗮 da Vida
A Física da Responsabilidade no Trânsito
Notícias
A Física da Responsabilidade no Trânsito

TV Portal

CANAL 01 - PROGRAMA DESACELERA MANAUS
CANAL 02 - PROGRAMA DESACELERA AMAZONAS
CANAL 03 - DICAS DE TRÂNSITO
CANAL 04 - PROGRAMA VEM SER NEGÓCIO EM DESTAQUE
CANAL 05 - CANAL ENTREVISTAS CONCEDIDAS PELO PROFESSOR MÁRIO RICARDO - NOME DO CANAL - CANAL ENTREVISTAS 01
Erro de Vídeo
CANAL 06 - CANAL ENTREVISTAS 02
Erro de Vídeo
CANAL 07 - CANAL RAIO X AUTOMOTIVO MANAUS 01
Erro de Vídeo
CANAL 08 - CANAL RAIO X AUTOMOTIVO MANAUS 02
Erro de Vídeo
CANAL 09 - CANAL RAIO X AUTOMOTIVO MANAUS 03
Erro de Vídeo
CANAL 10 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 01
CANAL 11 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 02
CANAL 12 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 03
CANAL 13 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 04
CANAL 14 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 05
CANAL 15 - CANAL COBERTURA DE EVENTOS 06

Guia Comercial da Cidade

Encontre facilmente números de telefone e endereços das empresas.

Balcão de Empregos

Auxiliar de Produção

RH Mek

Manaus há 2 meses
Tempo Integral
Geral Há pouco