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Mudanças no CTB e na CNH ficam para depois das eleições

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Transparência e integridade: Iniciativa do Pacto Global da ONU visa fortalecer o combate à corrupção no setor de mobilidadePor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO fortalecimento da ética, da governança e da transparência no ecossistema do transporte ganhou um importante reforço institucional no Brasil. O Pacto Global da ONU – Rede Brasil lançou uma ação coletiva focada no combate à corrupção e na promoção da integridade no setor de mobilidade, área estratégica para o desenvolvimento econômico, social e urbano do país.A iniciativa reúne empresas públicas e privadas, órgãos reguladores e entidades do setor com o objetivo de construir diretrizes éticas robustas, prevenindo desvios de conduta e garantindo maior clareza na gestão de recursos, contratos e políticas públicas de transporte.Por que a ética no setor de mobilidade é decisiva?O setor de mobilidade urbana e rodoviária movimenta bilhões de reais anualmente em licitações de transporte público, obras de infraestrutura viária, concessões, tecnologias de bilhetagem e fiscalização. A falta de mecanismos claros de governança não traz apenas prejuízos financeiros aos cofres públicos, mas impacta diretamente a qualidade dos serviços prestados à população.Especialistas ressaltam que processos transparentes asseguram que os investimentos cheguem onde realmente importam: na modernização da frota, na melhoria do atendimento aos passageiros, na manutenção contínua de calçadas e vias, e na implementação de soluções que protejam a vida no trânsito.Ações práticas para um ecossistema mais íntegroA ação coletiva promovida pelo Pacto Global da ONU busca engajar os agentes do setor a adotarem rotinas ativas de integridade, com destaque para:Programas de compliance e auditoria: Criação de canais de denúncia independentes e rotinas de fiscalização de contratos e licitações;Transparência de dados públicos: Abertura e fácil acesso a informações sobre investimentos, custos operacionais e cronogramas de obras de mobilidade;Capacitação contínua: Treinamento de gestores, fiscais e colaboradores sobre conduta ética e prevenção de conflitos de interesse;Participação da sociedade civil: Estímulo ao controle social, permitindo que a população acompanhe a aplicação dos recursos do transporte urbano.Cidades humanas nascem da gestão transparentePara o portal Desacelera Manaus, a busca por uma mobilidade urbana eficiente, segura e sustentável está indissociável da ética na gestão pública e privada.Quando a transparência prevalece, o planejamento viário coloca as pessoas no centro das decisões. Promover o combate à corrupção na mobilidade é garantir que cada centavo investido no trânsito se converta em calçadas acessíveis, transporte público digno e vias pacíficas para toda a sociedade.

09/09/2026 12:17
Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsito
Mobilidade Urbana

Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsito

Ciclista não é pedestre: Conheça as regras essenciais para pedalar com segurança no trânsitoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA bicicleta consolidou-se como um dos meios de transporte mais sustentáveis, saudáveis e práticos para a mobilidade urbana nas cidades. No entanto, o crescimento do fluxo de ciclistas — incluindo o aumento de modelos elétricos — ainda gera dúvidas frequentes sobre os deveres e direitos de quem pedal na via pública.De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), a bicicleta é classificada juridicamente como um veículo. Isso significa que, embora tenha preferência sobre automóveis em diversas situações por ser mais vulnerável, o ciclista deve seguir regras claras de circulação para não colocar a própria vida e a de pedestres em risco.Calçada é para quem anda a pé: Quando o ciclista vira pedestre?Andar de bicicleta na calçada é uma das infrações mais comuns nas áreas urbanas. Como regra geral, o passeio público é de uso exclusivo dos pedestres. Pedalar sobre a calçada só é permitido quando houver sinalização específica da autoridade de trânsito liberando o trecho.Caso precise transitar pela calçada para atravessar uma via ou chegar ao seu destino, o procedimento correto é desmontar da bicicleta e empurrá-la. Ao fazer isso, o ciclista passa a ser equiparado ao pedestre em direitos e deveres.Sentido da via, semáforos e bicicletas elétricasPara garantir uma convivência harmoniosa e previsível no trânsito, é preciso atentar para regras básicas de circulação:Sempre no mesmo sentido da pista: Pedalar na contramão é proibido e aumenta drasticamente o risco de colisões nos cruzamentos e saídas de garagens. Na ausência de ciclovias ou ciclofaixas, a circulação deve ocorrer no bordo direito da pista de rolamento;Respeito à sinalização: Placas de "PARE" e semáforos vermelhos também valem para quem está sobre duas rodas;Atenção às bicicletas elétricas: Modelos com pedal assistido (motor até 1.000W e velocidade máxima de 32 km/h) seguem as mesmas regras das bicicletas convencionais. Como atingem velocidades maiores rapidamente, a proibição de circular em calçadas deve ser respeitada com ainda mais rigor.O papel dos motoristas e o respeito mútuoA proteção ao ciclista não depende apenas de quem pedal. O CTB estabelece obrigações severas para os condutores de veículos motorizados: ao ultrapassar uma bicicleta, o motorista deve manter a distância lateral mínima de 1,5 metro e reduzir a velocidade.Trânsito seguro se constrói com cooperação e empatia. Quando motoristas respeitam o espaço de quem pedal e os ciclistas cumprem seus deveres e respeitam os pedestres, a cidade desacelera o ritmo dos acidentes e se torna um espaço mais humano para todos.

09/09/2026 12:00
Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscos
Mobilidade Urbana

Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscos

No limite de velocidade? Entenda por que não dar passagem na esquerda ainda é infração e gera riscosPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoUma dúvida bastante comum entre os motoristas frequentemente gera discussões nas vias brasileiras: se eu já estiver trafegando no limite máximo de velocidade permitido na via, sou obrigado a dar passagem para quem vem mais rápido atrás? A resposta da legislação é clara: sim, a passagem deve ser liberada.Deixar de dar passagem pela esquerda — mesmo quando você está no limite estabelecido — é uma infração média prevista pelo Código de Trânsito Brasileiro (CTB), sujeita a multa e pontos na carteira. A regra existe para preservar a fluidez do tráfego e evitar que o trânsito se transforme em uma disputa de egos ou em manobras arriscadas.O condutor não deve atuar como "fiscal do trânsito"Muitos motoristas acreditam que, ao permanecer na faixa da esquerda no limite de velocidade, estão "impedindo" que outro condutor cometa um excesso. No entanto, especialistas em segurança viária alertam que uma infração não justifica nem anula a outra.Cabe exclusivamente aos órgãos e agentes de fiscalização identificar e autuar eventuais excessos de velocidade. Quando o motorista decide "bloquear" a passagem, ele passa a agir como fiscal por conta própria, o que frequentemente gera irritação, manobras bruscas, ultrapassagens perigosas pela direita e até episódios de violência no trânsito.A função da faixa da esquerda e o cuidado nas manobrasDe acordo com as normas de circulação, as faixas da esquerda são destinadas prioritariamente às ultrapassagens e ao deslocamento dos veículos de maior velocidade. Após realizar uma ultrapassagem, o condutor deve retornar com segurança para a faixa da direita.Contudo, dar passagem não significa agir de forma afobada:Segurança em primeiro lugar: A mudança para a faixa da direita deve ocorrer apenas quando houver sinalização prévia (seta) e condições puramente seguras;Nada de manobras bruscas: Não se deve desacelerar repentinamente, frear forte ou utilizar o acostamento para abrir caminho;Manter a calma: Evite responder a sinais de luz agressivos ou colá-los na traseira, mantendo o foco na condução defensiva.Desacelerar atritos e priorizar a convivência pacíficaMais do que evitar uma penalidade no prontuário, a atitude de liberar a passagem reflete gentileza e maturidade ao volante.Trânsito seguro se faz com cooperação, e não com disputa de espaço. Ao facilitar a circulação alheia e manter a atenção no próprio deslocamento, você ajuda a desacelerar os conflitos urbanos e garante que todos cheguem em paz aos seus destinos.

09/09/2026 11:54
População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativo
Mobilidade Urbana

População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativo

Autonomia e inclusão: População idosa adere cada vez mais ao transporte por aplicativoPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO envelhecimento da população brasileira e o avanço da inclusão digital estão transformando a forma como os idosos se deslocam pelas cidades. Um levantamento recente aponta que a presença de passageiros com mais de 60 anos no transporte por aplicativo cresceu cinco pontos percentuais em um ano, demonstrando uma forte adesão desse público a novas alternativas de mobilidade urbana.Essa mudança reflete não apenas o aumento da familiaridade da terceira idade com smartphones e plataformas digitais, mas também a busca por viagens mais confortáveis, previsíveis e independentes no dia a dia.Mobilidade sob medida para a rotina do público 60+Para a população idosa, o transporte por aplicativo tem atendido a compromissos e momentos cotidianos bastante diversos:Acesso à saúde: Deslocamentos seguros para consultas médicas, exames e rotinas de reabilitação;Convivência familiar e social: Visitas a parentes, encontros com amigos e participação em atividades comunitárias;Lazer e rotina urbana: Compras, passeios e resolução de pendências do dia a dia sem depender exclusivamente do transporte coletivo ou da ajuda de terceiros.Essa praticidade fortalece o sentimento de autonomia, permitindo que a pessoa idosa continue ativa e participante da vida urbana com dignidade.O desafio de cidades mais acessíveis e humanasO crescimento da frota de passageiros idosos reforça a necessidade de discussões profundas sobre a infraestrutura e o atendimento no trânsito urbano. Garantir que essa população continue se deslocando de forma segura exige:Empatia e preparo dos motoristas: Capacitação de condutores de aplicativos para prestar um atendimento paciente, auxiliando no embarque e desembarque quando necessário;Ruas e calçadas adequadas: Sinalização clara, iluminação de qualidade e calçadas niveladas para garantir a segurança no momento do embarque;Inclusão digital contínua: Plataformas com interfaces simples, acessíveis e com recursos visuais adequados para facilidade de navegação.Desacelerar para incluirGarantir o direito de ir e vir da população idosa é um pilar fundamental para a construção de uma cidade verdadeiramente humana e democrática.Quando o trânsito desacelera e se torna mais acolhedor, toda a sociedade ganha. O avanço das tecnologias de mobilidade, somado ao respeito mútuo nas vias, abre caminhos para que a maturidade seja vivenciada com liberdade, segurança e conexão com a cidade.

09/09/2026 11:47
Saiba como agir ao encontrar queimadas e focos de incêndio nas rodovias
Sustentabilidade

Saiba como agir ao encontrar queimadas e focos de incêndio nas rodovias

Fumaça na pista: Saiba como agir ao encontrar queimadas e focos de incêndio nas rodoviasPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoCom a chegada do período de estiagem e a seca que afeta diversas regiões do país, o risco de queimadas em áreas de mata e faixas de domínio ao longo das estradas aumenta significativamente. Além do grave impacto socioambiental, o fogo próximo às pistas representa uma ameaça direta à segurança viária: a fumaça densa reduz drasticamente a visibilidade dos condutores e o calor extremo pode danificar o pavimento, cabos elétricos e placas de sinalização.Saber como agir defensivamente ao se deparar com focos de incêndio ou cortinas de fumaça é fundamental para evitar colisões traseiras, engavetamentos e acidentes graves.O perigo invisível da fumaça e da perda de visibilidadeAo entrar em uma área tomada por fumaça, o motorista perde a noção de distância e a referência espacial da via. Além disso, a fuligem e a fuligem dispersa no ar podem irritar os olhos e comprometer o funcionamento do motor e do sistema de respiração dos passageiros.Especialistas ressaltam que tentar "atravessar rápido" a cortina de fumaça é um dos maiores erros cometidos por condutores. A falta de visibilidade pode esconder veículos parados na pista, animais em fuga ou até chamas cobrindo o asfalto.Passo a passo para uma condução segura diante de queimadasCaso encontre fumaça ou fogueiras às margens da rodovia durante o deslocamento, adote imediatamente as seguintes condutas de segurança:Reduza a velocidade gradativamente: Não freie bruscamente para evitar colisões com os veículos que vêm atrás;Ligue o farol baixo: A luz baixa ajuda a tornar o seu veículo visível para os outros sem refletir na fumaça como faria o farol alto;Feche os vidros e recircule o ar: Ligue a ventilação interna na posição de recirculação para impedir que a fumaça e os gases tóxicos entrem na cabine;Mantenha distância de segurança: Aumente consideravelmente o espaço em relação ao veículo da frente;Jamais pare na pista ou no acostamento: Estacionar no acostamento tomado por fumaça aumenta o risco de ser atingido por outro veículo. Caso a visibilidade seja nula, procure um local seguro fora da rodovia (como postos de combustíveis ou bases operacionais);Não use o pisca-alerta em movimento: O uso incorreto do pisca-alerta indica que o carro está parado e confunde quem vem atrás.Denuncie e ajude a salvar vidasA prevenção das queimadas também depende da atitude de quem circula pelas estradas. Atirar pontas de cigarro pelas janelas, queimar lixo próximo às faixas de domínio ou acender fogueiras são atitudes irresponsáveis e consideradas crimes ambientais.Ao avistar fumaça ou fogo na rodovia, acione imediatamente os serviços de emergência:Polícia Rodoviária Federal (PRF): 191Corpo de Bombeiros: 193Concessionária da via: Ligue para o número 0800 indicado na sinalização do trecho.Desacelerar o ritmo, praticar a direção defensiva e respeitar as condições do meio ambiente são atitudes indispensáveis para que todas as viagens terminem em segurança.

09/09/2026 10:46
Drogômetro nas rodovias
Mobilidade Urbana

Drogômetro nas rodovias

Drogômetro nas rodovias: Nova regra do Contran avança na fiscalização, mas aplicação prática exige cautelaPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoO combate à condução sob o efeito de substâncias psicoativas ganhou um novo capítulo na legislação de trânsito brasileira. Uma regulamentação do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) abriu caminho para a utilização do chamado "drogômetro" — equipamento capaz de detectar a presença de substâncias ilícitas e medicamentos controlados no organismo dos condutores por meio de amostras de saliva ou suor.No entanto, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) esclarece que a implementação efetiva da tecnologia nas rodovias federais não será imediata e exige o cumprimento de etapas técnicas rigorosas de homologação, padronização e capacitação dos agentes.O desafio de identificar substâncias na direçãoEnquanto o teste de etilômetro (bafômetro) é amplamente consolidado para quantificar o nível de álcool na corrente sanguínea, a fiscalização de outras substâncias químicas apresenta desafios operacionais e jurídicos mais complexos.O objetivo do drogômetro é identificar o uso de entorpecentes e medicamentos que alteram os reflexos, o tempo de reação e a percepção de risco ao volante. O hábito de dirigir sob o efeito dessas substâncias, comum em rotinas de exaustão no transporte de cargas e passageiros, é apontado por especialistas como uma das principais causas de sinistros graves e colisões fatais em rodovias.O que muda e como funcionará a fiscalizaçãoA aprovação do Contran estabelece as diretrizes normativas para que os aparelhos possam ser homologados pelos órgãos competentes. A PRF destaca que a adoção prática nas fiscalizações do dia a dia dependerá de:Homologação e certificação dos aparelhos: Garantir a precisão e a validade jurídica do teste em laboratório e órgãos oficiais de metrologia;Critérios operacionais claros: Definir protocolos de abordagem para a coleta e o encaminhamento em caso de resultado positivo;Treinamento das equipes: Capacitar os agentes para o manuseio adequado dos insumos e interpretação dos resultados no campo de fiscalização.Preservar a vida acima de tudoO avanço na regulamentação do drogômetro representa um reforço fundamental para a segurança viária em todo o país. O foco principal da medida não é a punição ostensiva, mas a criação de uma cultura de prevenção e respeito à vida, inibindo atitudes que colocam em risco condutores, passageiros e pedestres.O trânsito é um espaço coletivo de convivência e a sobriedade ao volante é condição inegociável para a preservação de todos. Desacelerar, respeitar os limites do corpo e recusar a combinação de substâncias químicas com a direção são escolhas que constroem estradas mais seguras e humanas.

09/09/2026 10:36
Mudanças no CTB em pauta
Mobilidade Urbana

Mudanças no CTB em pauta

Mudanças no CTB em pauta: Comissão da Câmara convoca audiência pública para discutir segurança viáriaPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA legislação que rege a circulação e a segurança nas vias brasileiras está novamente no centro dos debates em Brasília. A Comissão de Viação e Transportes da Câmara dos Deputados deu início às discussões sobre novas propostas de alteração no Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e aprovou o requerimento para a realização de uma audiência pública dedicada ao tema da segurança viária.O encontro reunirá parlamentares, especialistas do setor, representantes de órgãos de trânsito e entidades da sociedade civil para analisar o impacto das possíveis mudanças legislativas na redução de acidentes e na proteção da vida nas ruas e rodovias do país.Diálogo para fortalecer a proteção no trânsitoA convocação da audiência pública atende à necessidade de construir um debate amplo e técnico antes de qualquer modificação no CTB. Em pauta, estão propostas que abordam desde o processo de formação e reciclagem de condutores até o rigor das penalidades para infrações de alto risco e o incentivo ao uso de novas tecnologias de fiscalização.Especialistas destacam que alterações na lei não devem ser pautadas apenas por demandas pontuais ou pela flexibilização de regras, mas sim por evidências científicas e estatísticas que comprovem a eficácia das medidas na preservação de vidas.Os eixos centrais do debate viárioEntre os principais tópicos que devem nortear as discussões na Câmara dos Deputados, destacam-se:Aprimoramento da formação de condutores: Avaliação sobre o papel dos Centros de Formação de Condutores (CFCs) e a inclusão de etapas focadas na percepção de risco e empatia com vulneráveis;Fiscalização e tecnologia: O uso de novos equipamentos automatizados e a manutenção da presença ostensiva de agentes públicos nas vias;Proteção aos usuários vulneráveis: Propostas voltadas para garantir a prioridade e a integridade de pedestres, ciclistas e motociclistas no tráfego urbano;Revisão de punições: Discussão sobre o enquadramento de condutas graves — como excesso de velocidade e direção sob o efeito de álcool — para combater a impunidade.Construção coletiva por cidades mais segurasA participação da sociedade e de especialistas nas decisões legislativas é um passo essencial para evitar retrocessos na mobilidade humana. O trânsito é um espaço de convivência coletiva e toda mudança na lei precisa refletir o compromisso prioritário com o direito fundamental à vida.Acompanhar e debater as alterações no CTB é fundamental para garantir que as ruas brasileiras se tornem, cada vez mais, caminhos de paz, respeito e segurança para todos.

02/09/2026 13:02
Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcool
Mobilidade Urbana

Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcool

Punição mais severa: Projeto de lei prevê suspensão da CNH por dois anos para quem dirigir sob efeito de álcoolPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA combinação entre álcool e direção continua sendo uma das principais causas de tragédias evitáveis no trânsito brasileiro. Para combater a reincidência e reforçar o caráter educativo do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), avançam no Congresso Nacional propostas que visam endurecer as penalidades aplicadas a condutores flagrados dirigindo sob a influência de bebidas alcoólicas ou substâncias psicoativas.Dentre as medidas em discussão, destaca-se a proposta de aumentar o período de suspensão do direito de dirigir — que atualmente é de 12 meses — para até dois anos (24 meses) para os infratores, além da exigência rigorosa de curso de reciclagem e exames para a readequação do condutor.Tolerância zero e a necessidade de rigorA legislação brasileira já adota o princípio de tolerância zero para a presença de álcool no sangue de condutores. No entanto, a persistência do comportamento de risco nas vias urbanas e rodovias demonstra que o sentimento de impunidade ainda impulsiona decisões irresponsáveis ao volante.Especialistas em segurança viária destacam que o agravamento do tempo de suspensão da CNH cumpre um papel fundamental de prevenção geral. O objetivo não é apenas punir o bolso, mas retirar temporariamente de circulação quem coloca a coletividade em perigo, abrindo espaço para um processo efetivo de conscientização.O impacto do álcool no organismo e no tráfegoMesmo em pequenas quantidades, o consumo de álcool provoca alterações diretas nas faculdades mentais e motoras indispensáveis para a condução segura:Diminuição do tempo de resposta: Retarda a reação do motorista diante de uma frenagem brusca ou imprevisto na pista;Perda da percepção de perigo: Reduz a capacidade de avaliar riscos, favorecendo excesso de velocidade e ultrapassagens perigosas;Prejuízo na coordenação e visão: Altera a noção de distância, campo de visão lateral e precisão nos movimentos do veículo.Responsabilidade coletiva pela vidaA endurecimento das leis é um passo institucional decisivo, mas a transformação real das ruas depende do engajamento de toda a sociedade. A escolha de não dirigir após consumir álcool deve ser entendida como um compromisso ético e de cidadania.Garantir um trânsito seguro e pacífico exige decisões conscientes antes de dar a partida. Se beber, não dirija: passe a chave, utilize o transporte coletivo ou recorra a serviços de aplicativo. Desacelerar e escolher a responsabilidade é o único caminho para preservar a vida.

02/09/2026 12:58
Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido
Mobilidade Urbana

Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido

Banho de cuidado: saiba como limpar seu autopropelido sem danificar a bateria e os componentes elétricosPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoOs veículos autopropelidos — como patinetes elétricos, skates motorizados e monociclos — conquistaram o espaço urbano como alternativas práticas, econômicas e sustentáveis para curtos deslocamentos. No entanto, para garantir que essa opção de mobilidade continue segura e eficiente no dia a dia, a manutenção e a higienização correta desses equipamentos exigem atenção redobrada.Por possuírem sistemas eletrônicos sensíveis e baterias de lítio, a limpeza dos autopropelidos não deve ser feita da mesma forma que a de uma bicicleta comum. O uso inadequado de água ou produtos químicos pode causar curtos-circuitos, oxidar contatos, danificar os freios e comprometer a segurança do condutor nas ruas.Os perigos da água em alta pressão e dos produtos agressivosO erro mais comum ao higienizar um patinete ou monociclo elétrico é utilizar lavadoras de alta pressão (manguas de jato) ou imergir partes do equipamento em água. A pressão da água consegue romper os selos de vedação e penetrar no compartimento do motor, no painel digital e na câmara da bateria.Além disso, sabões concentrados, desengraxantes químicos agressivos e solventes podem corroer as pastilhas e discos de freio, ressecar vedações de borracha e deteriorar a fiação exposta, aumentando o risco de falhas mecânicas repentinas durante o trajeto.Passo a passo para uma limpeza segura e eficienteEspecialistas recomendam uma rotina de higienização simples, baseada na prevenção e no uso de materiais adequados:Desligue o equipamento: Antes de iniciar qualquer limpeza, certifique-se de que o autopropelido está totalmente desligado e desconectado da tomada de carregamento;Proteja as entradas elétricas: Garanta que as tampas de borracha da porta de carregamento estejam bem fechadas para evitar a entrada acidental de umidade;Use pano úmido e sabão neutro: Limpe o quadro, a plataforma e o guidão utilizando apenas um pano de microfibra levemente umedecido com água e poucas gotas de sabão neutro, secando em seguida;Cuidado especial com freios e rodas: Utilize uma escova de cerdas macias e secas para remover a poeira e terra acumuladas nos pneus, freios e suspensão. Evite aplicar lubrificantes ou produtos gordurosos nas áreas de frenagem;Atenção ao painel e à bateria: Limpe as telas e botões apenas com pano seco. Nunca jogue água diretamente sobre a bateria ou conectores elétricos.Segurança e longevidade na mobilidade urbanaManter o autopropelido limpo e revisado vai além da estética: é um hábito de direção defensiva e cuidado pessoal. Um equipamento bem conservado reduz o risco de panes elétricas no meio do tráfego e garante respostas rápidas dos freios diante de imprevistos.Cuidar do seu meio de transporte é parte fundamental da construção de um trânsito mais consciente, seguro e harmonioso para todos os modos de deslocamento nas cidades.

02/09/2026 12:51
Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito
Mobilidade Urbana

Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito

Memória e Ação: Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito passa a integrar oficialmente o CTBPor Redação Desacelera ManausCom informações do Portal do TrânsitoA preservação da vida e o respeito à memória daqueles que perderam seus caminhos no tráfego ganharam um marco histórico na legislação brasileira. O Dia Mundial em Memória das Vítimas do Trânsito, celebrado mundialmente no terceiro domingo de novembro, foi incluído de forma oficial no Código de Trânsito Brasileiro (CTB).A medida fortalece o compromisso do país com a conscientização e transforma a data em um pilar contínuo de reflexão pública, educação viária e cobrança por políticas de mobilidade mais humanas e seguras em todas as cidades.Um tributo às vidas perdidas e às famílias impactadasCriada originalmente pela Federação Europeia de Vítimas do Trânsito e adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 2005, a data vai muito além da contagem de estatísticas. Ela representa um momento de acolhimento às famílias enlutadas e de resgate da dignidade de milhares de pessoas que tiveram suas histórias interrompidas por sinistros evitáveis.Ao inserir o dia oficialmente no CTB, o Estado brasileiro reconhece que a violência viária é um problema de saúde pública e de direitos humanos que precisa ser enfrentado com prioridade permanente, e não apenas em campanhas esporádicas.Do luto à prevenção: os objetivos da data no calendário oficialA oficialização da data na legislação de trânsito visa impulsionar ações concretas em todo o território nacional, focadas em:Sensibilização e empatia: Lembrar à sociedade que por trás de cada dado estatístico existe um nome, um projeto de vida e uma família devastada;Cobrança por infraestrutura e fiscalização: Pressionar por vias urbanas e rodoviárias mais seguras, desenhadas para proteger pedestres, ciclistas e motociclistas;Redução da impunidade: Estimular a rigorosa aplicação da lei para comportamentos de alto risco, como excesso de velocidade e combinação de álcool e direção;Apoio às vítimas e familiares: Visibilizar a necessidade de suporte psicológico, jurídico e médico para os sobreviventes e parentes de vítimas fatais.Desacelerar para não chorar novas perdasA inclusão dessa data no CTB é um chamado urgente para que condutores, pedestres e gestores públicos repensem o ritmo frenético das ruas.Ameaças no trânsito não são "fatalidades" inevitáveis, mas tragédias decorrentes de escolhas, omissões e falta de cuidado coletivo. Lembrar o passado é o passo fundamental para transformar o presente e garantir que o direito de ir e vir não custe a vida de ninguém.

02/09/2026 12:30
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